Maquetes

Oi! Tudo bem gente?!

Hoje quero contar sobre a maquete que fizemos no semestre passado. Sei que ultimamente tenho falado muito sobre a faculdade e sobre os perrengues que vem no pacote, mas como fico muito tempo sem dar notícia, vou postando um pouco mais tarde sobre os últimos acontecimentos…

Começando do começo… A maquete faz parte de uma atividade chamada ATPS (Atividade Prática Supervisionada) que tem por finalidade, entre outras coisas, promover a aplicação da teoria para resolver problemas  relativos a profissão. Em outras palavras, é quase o popular “se vira nos 30” kkkkkk. O lado bom desse tipo de atividade é que aprendemos a usar o raciocínio e a ser livres intelectualmente (palavras da professora). O lado ruim é que, como todo trabalho em grupo, pequenas discordâncias se transformam em guerras de ego, e isso, claro, é horrível.

A proposta curricular é a seguinte:

“Neste desafio, você terá desenvolvido as competências e habilidades descritas a seguir.
 Trabalhar em empresas de design e decoração, construtoras, galerias de arte, ou mesmo autonomamente.
 Abranger atividades de criação, desenvolvimento, produção, edição, difusão, conservação e gerenciamento de bens culturais e materiais, ideias e entretenimento, podendo configurar-se em multimeios, objetos artísticos, rádio, televisão, cinema, teatro, ateliês, editoras, vídeo, fotografia, publicidade e nos projetos de produtos industriais.
 Pesquisar tendências de comportamento, cores, formas, texturas e acabamentos; a representação gráfica em plantas baixas, cortes e perspectivas; a projeção de ocupação, mobiliário e fluxos do espaço proposto, inclusive jardins; além da análise de viabilidade e funcionalidade do projeto, são algumas das atividades desse profissional.”

(Trecho retirado da ATPS produzida por Ana Tereza Candeloro, responsável da área).

A proposta era desenvolver um projeto de vitrine com temática, (Natal) e também elaborar o cenário da vitrine em planta baixa, perspectiva e maquete. Produzir um relatório com as etapas do projeto desde a pesquisa até a confecção da maquete. Pouca gente sabe, mas um designer de interiores não cuida apenas de decoração residencial. Também projetamos cenários de novelas e peças de teatro, vitrines de lojas, ambientes comerciais e desenvolvimento de mobiliário em geral.

Para desenvolver a maquete, tivemos que seguir algumas etapas. A primeira, claro, pesquisar vitrines de lojas em geral e fuçar muito em livros, revistas de decoração e na internet. Especificar o tipo de loja, de público alvo, entrevistar lojistas, pesquisar sobre os artigos vendidos, o ramo de atividade, fachada das lojas, o status do cliente da loja… e mais um milhão de coisas. E tudo isso apenas para uma pesquisa preliminar.

Depois disso, vem a parte do desenho que deve ser baseado nessa pesquisa preliminar e depois traça-se a perspectiva, que, convenhamos, é complicada.

O tema foi escolhido pela professora e foi o mesmo para todos os grupos. A regra principal era NÃO COPIAR lojas existentes, mas mesmo assim, muita gente copiou.

Depois fizemos um relátório descrevendo com detalhes a quantidade e os tipos de materiais usados para a maquete (que posteriormente seria usado no projeto original. Depois disso veio a fase de transformar o tema e as ideias em processo técnico. Em Design de Interiores TUDO é feito com relatórios, desenhos e maquetes. Nessas fases podemos perceber o que funciona e o que não vai dar certo. É uma fase super importante).

Agora entra a fase de discutir e desenvolver o layout da composição espacial, ou seja, decidir quais elementos farão parte do projeto. Geralmente é aqui que começa a guerra de egos de que falei.

Depois vem a composição espacial que é planejar simetria, assimetria, volume e equilíbrio. Tô falando grego né? É assim, planejar se isso combina com aquilo, se o espaço deve ter o lado direito igual ao esquerdo ou se deve ser diferente e coisas assim… Por exemplo, se vamos usar dois sofás iguais no mesmo lado da sala ou se eles devem ser diferentes ou ainda se devem ficar em lados opostos e etc…

Combinação de cores, ver se as cores são adequadas para aquele tipo de ambiente e quais as emoções que elas irão transmitir. Se o lugar fica numa cidade quente, por exemplo, jamais devemos usar cores como o vermelho ou o marrom pois passam a sensação de calor.

Planejar a iluminação de modo que o produto fique em destaque e chame o olhar do cliente.

Depois disso tudo, desenhamos a planta baixa e em seguida a perspectiva e só então partimos para a construção da maquete. Detalhe: toda essa mão de obra, na verdade, é apenas uma introdução porque aulas sobre maquetes, teremos no próximo semestre. Meeeeeedão! kkkkk E o pior é que todo esse trabalhão vale apenas 4 pontos.

Agora chega de falar, vou postar a foto da maquete do meu grupo…

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Arquivo pessoal

… e algumas fotos dos meus amigos de turma.

A maioria foi sobre loja de chocolate e embora a professora tenha veementemente recomendado que não fosse usado nome de lojas já existentes ou cópias de vitrines reais, algumas pessoas fizeram exatamente isso. Segue as fotos das que eu mais gostei…

Tem mais fotos aqui.

Deixe seu comentário e faça uma blogueira feliz!

;)

bjs

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2 comentários em “Maquetes

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