Um dia na Paulista

Oi gente! Tudo bem por aí?

Durante o período em que estive sumida da blogosfera, lembrei de várias coisas que deveria ter postado e não postei. Eu tive a oportunidade de fazer alguns passeios muito legais e até conheci pessoas muito especiais prá mim. Olha como eu tenho sorte!

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Ano passado (não sei por que não postei antes!) tive um dia super especial na Avenida Paulista, a principal avenida da cidade de São Paulo e um dos meus lugares preferidos, com duas pessoinhas muito legais: A Monique (que eu conhecia apenas no mundo virtual) e a Cali (amiga da Monique que passou a ser minha amiga também). A sintonia foi imediata, parecia que a gente já se conhecia há muitos anos. Sensacional!

Para quem não sabe, a Avenida Paulista tem mais de um século de história. Por ter uma grande importância comercial e financeira, recebeu o título de “Wall Street brasileira”, mas nós também a apelidamos de “A mais paulista das avenidas” e também de “5ª avenida brasileira”.

O projeto da avenida foi desenvolvido por um engenheiro uruguaio e segundo consta, o projeto visava a construção de uma via com quase 3 Km de extensão seguindo o estilo de avenidas européias (com um jardim formando um canteiro central.)

A história conta que os barões do café migraram para a capital paulista erguendo palacetes deslumbrantes na Avenida Paulista, transformando-a num empreendimento residencial de luxo. Durante anos foi exclusivamente uma área residencial, mas aí, com o crescimento do comércio na região, os palacetes foram sendo substituídos por prédios comerciais e residenciais. Uma pena! Mas ainda é possível ver alguns poucos que restaram. Infelizmente, nem todos os que sobraram estão em boas condições.

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Arquivo pessoal

Também fomos ao Mercado Municipal de São Paulo ou Mercado Municipal Paulistano (também conhecido como Mercadão ou antigo Mercado Central, fica bem perto da Paulista e é um ponto turístico muito frequentado em São Paulo).

O Mercadão foi projetado por Ramos de Azevedo, possui 12600m² , 300 standes com vários tipos de produtos e vitrais que vieram da Alemanha. Dizem que é o único lugar de São Paulo onde é possível encontrar frutas fora de época.  E como tem fruta! Algumas são maiores do que o padrão considerado normal!

À princípio, funcionava a céu aberto em plena Rua 25 de Março – importante rota de compras para sacoleiros e afins. No Mercadão também tem artesanato viu? Artesanato e outras cositas más.

Quer saber mais sobre o Mercadão? Clique aqui.

E como não poderia deixar de ser, demos umas voltas na 25 de Março né gente? kkkkk

 

Quem quiser ver outras fotos, é só clicar aqui.

Foi um dia incrível e inesquecível! Tem um dia inesquecível na sua vida também? Então comente! Quero ler sua história.

Bjs e até a próxima!

Os embalos de sábado à noite

Olá, tudo bem aí?

Eu não costumo frequentar baladas, aliás, minha fase de baladeira acabou já faz um bom tempo e desde então, tenho me dedicado à programas muito mais lights. Ontem, porém, fui com mais duas amigas num lugar chamado Lapeju que fica na rua Frei Caneca, em São Paulo. O lugar é super bacana, a atmosfera é, no mínimo, exótica. O local é pequeno, na verdade, é um antigo casarão que sofreu modificações para se adequar à vida noturna paulistana.

Prá quem não sabe, a rua Frei Caneca, assim como a avenida Paulista e a rua Augusta, são points de encontro da galera. Nesses endereços – onde bares, restaurantes, danceterias e afins funcionam 24 horas por dia quase todos os dias; é possível encontrar pessoas de todas as idades e tribos. Em certos pontos da rua há tráfico e consumo de drogas, porém, isso não faz com que os jovens fiquem intimidados, muito pelo contrário, cada um fica na sua e todos curtem a noite do seu jeito, como se nada estivesse acontecendo.

Durante a noite e de madrugada, o trânsito é intenso tanto de pessoas a pé quanto de automóveis. O curioso é que eu não vi nenhuma moto circulando. Há um mar de gente andando pelas calçadas e pela rua, o clima é de descontração, e as pessoas ficam saindo de um lugar para entrar em outro. Não é difícil ouvir muitas variedades de sotaques e línguas.

Quando o dia amanhece, o cenário assusta. As ruas cheiram mal, há lixo e garrafas quebradas por todos os lados. Sem falar nas pessoas completamente bêbadas dormindo pelas calçadas, vomitando e ainda bebendo. 

Eu não vi lixeiras, brigas de guangues, vandalismo, depredação ao patrimônio público e/ou privado ou ronda policial, mas os estabelecimentos exigem a apresentação de documento com foto, e há avisos de que bebidas alcoólicas não serão vendidas a menores de 18 anos, mas não posso afirmar se a lei é cumprida à risca ou não.

Bem, há danceterias de todos os ritmos, para todos os públicos, incluindo baladas LGBT. 

Mas voltando a falar do Lapeju, como eu já disse, o lugar é pequeno. Na parte de baixo, uma espécie de porão serve de pista de dança onde cabe cerca de 30 pessoas. É meio escuro mas super legal. O problema é que se você quiser tirar uma foto vai ficar complicado. Eu tentei fotografar usando o flash power do meu celular mas não deu certo. Enfim, toca música brasileira, samba rock, funk, soul e etc… a maioria das músicas são muito antigas e apesar da aparência “impactante”, vale a pena conferir. Os frequentadores são pessoas descoladas, educadas e que seguem a linha “sou da paz”. Você pode usar o que quiser, desde tênis velhinhos à salto alto, ninguém vai te olhar de cara feia se você estiver, digamos, fora do contexto. Mas prepare-se! Há pessoas de todas as idades, coroas, jovens, marido e mulher, casais de lésbicas e etc…  Se você for do tipo que se sente incomodado com idade ou opção sexual(?) te aconselho a não ir. O “porão” funciona de quarta a domingo a partir das 23:00 e uma vez por semana tem música ao vivo, só não me lembro bem em qual dia.

No andar superior, de aparência igualmente “impactante”, há um espaço com mesas onde é possível comprar bebidas e comer umas coisinhas legais. Há também um brechó que, segundo dizem, é the best.

O Lapeju fica na rua Frei Caneca, 892, Consolação. O preço é super acessível e fecha por volta das 5 da manhã.

Bem, depois da balada, eu e minhas amigas fomos fazer um lanchinho na maravilhosa Padaria Bella Paulista , que está passando por reforma, mas que é muito frequentada durante 24 horas por dia. Lá se vende desde pão na chapa (deliciosamente maravilhoso e que custa R$ 2,70) até vinho e queijo. (Clique no link acima e visite a galeria de fotos).

Além do pão na chapa, tem um cappuccino com canela que é muito bom também e custa R$ 6,50.

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Arquivo pessoal

Olha eu com cara de zumbi/sono/preguiça/cansaço, fingindo que estava tirando foto mas que na verdade, queria mesmo era tirar foto do lustre, he,he,he… Lindo!

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Arquivo pessoal

A Padaria Bella Paulista fica na rua Haddock Lobo, 354, Cerqueira Cesar. Funciona 24 horas por dia. Alguns produtos são caros mas vale a pena conferir.

Espero que vocês tenham gostado. E se você tiver uma dica legal prá dar, por favor, comente!

Bjs e até a próxima!

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