Os embalos de sábado à noite

Olá, tudo bem aí?

Eu não costumo frequentar baladas, aliás, minha fase de baladeira acabou já faz um bom tempo e desde então, tenho me dedicado à programas muito mais lights. Ontem, porém, fui com mais duas amigas num lugar chamado Lapeju que fica na rua Frei Caneca, em São Paulo. O lugar é super bacana, a atmosfera é, no mínimo, exótica. O local é pequeno, na verdade, é um antigo casarão que sofreu modificações para se adequar à vida noturna paulistana.

Prá quem não sabe, a rua Frei Caneca, assim como a avenida Paulista e a rua Augusta, são points de encontro da galera. Nesses endereços – onde bares, restaurantes, danceterias e afins funcionam 24 horas por dia quase todos os dias; é possível encontrar pessoas de todas as idades e tribos. Em certos pontos da rua há tráfico e consumo de drogas, porém, isso não faz com que os jovens fiquem intimidados, muito pelo contrário, cada um fica na sua e todos curtem a noite do seu jeito, como se nada estivesse acontecendo.

Durante a noite e de madrugada, o trânsito é intenso tanto de pessoas a pé quanto de automóveis. O curioso é que eu não vi nenhuma moto circulando. Há um mar de gente andando pelas calçadas e pela rua, o clima é de descontração, e as pessoas ficam saindo de um lugar para entrar em outro. Não é difícil ouvir muitas variedades de sotaques e línguas.

Quando o dia amanhece, o cenário assusta. As ruas cheiram mal, há lixo e garrafas quebradas por todos os lados. Sem falar nas pessoas completamente bêbadas dormindo pelas calçadas, vomitando e ainda bebendo. 

Eu não vi lixeiras, brigas de guangues, vandalismo, depredação ao patrimônio público e/ou privado ou ronda policial, mas os estabelecimentos exigem a apresentação de documento com foto, e há avisos de que bebidas alcoólicas não serão vendidas a menores de 18 anos, mas não posso afirmar se a lei é cumprida à risca ou não.

Bem, há danceterias de todos os ritmos, para todos os públicos, incluindo baladas LGBT. 

Mas voltando a falar do Lapeju, como eu já disse, o lugar é pequeno. Na parte de baixo, uma espécie de porão serve de pista de dança onde cabe cerca de 30 pessoas. É meio escuro mas super legal. O problema é que se você quiser tirar uma foto vai ficar complicado. Eu tentei fotografar usando o flash power do meu celular mas não deu certo. Enfim, toca música brasileira, samba rock, funk, soul e etc… a maioria das músicas são muito antigas e apesar da aparência “impactante”, vale a pena conferir. Os frequentadores são pessoas descoladas, educadas e que seguem a linha “sou da paz”. Você pode usar o que quiser, desde tênis velhinhos à salto alto, ninguém vai te olhar de cara feia se você estiver, digamos, fora do contexto. Mas prepare-se! Há pessoas de todas as idades, coroas, jovens, marido e mulher, casais de lésbicas e etc…  Se você for do tipo que se sente incomodado com idade ou opção sexual(?) te aconselho a não ir. O “porão” funciona de quarta a domingo a partir das 23:00 e uma vez por semana tem música ao vivo, só não me lembro bem em qual dia.

No andar superior, de aparência igualmente “impactante”, há um espaço com mesas onde é possível comprar bebidas e comer umas coisinhas legais. Há também um brechó que, segundo dizem, é the best.

O Lapeju fica na rua Frei Caneca, 892, Consolação. O preço é super acessível e fecha por volta das 5 da manhã.

Bem, depois da balada, eu e minhas amigas fomos fazer um lanchinho na maravilhosa Padaria Bella Paulista , que está passando por reforma, mas que é muito frequentada durante 24 horas por dia. Lá se vende desde pão na chapa (deliciosamente maravilhoso e que custa R$ 2,70) até vinho e queijo. (Clique no link acima e visite a galeria de fotos).

Além do pão na chapa, tem um cappuccino com canela que é muito bom também e custa R$ 6,50.

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Arquivo pessoal

Olha eu com cara de zumbi/sono/preguiça/cansaço, fingindo que estava tirando foto mas que na verdade, queria mesmo era tirar foto do lustre, he,he,he… Lindo!

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Arquivo pessoal

A Padaria Bella Paulista fica na rua Haddock Lobo, 354, Cerqueira Cesar. Funciona 24 horas por dia. Alguns produtos são caros mas vale a pena conferir.

Espero que vocês tenham gostado. E se você tiver uma dica legal prá dar, por favor, comente!

Bjs e até a próxima!

; )

Quase maratonista

Olá, como vocês estão?

Eu estou na correria. Eu corro contra o relógio, contra o tempo, contra o vento, atrás de ônibus e atrás de professora. Sou uma atleta, quase maratonista de tanto que corro. kkkkkk Adoraria que algum gênio (do bem ou do mal) incluísse umas 30 horas a mais no meu dia; mas essa ladainha toda vocês já conhecem né? Então, vamos ao que interessa.

Voltei a trabalhar em São Lourenço, loooonge prá caramba. Eu gosto de lá sabe? Apesar de tudo, adoro ver o amanhecer e o entardecer na Régis e no Rodoanel. O contraste das cores com a paisagem me dão uma sensação de tranquilidade que não consigo explicar. 

O lado ruim é que chego na faculdade entre 30 e 40 minutos após o início da aula porque o campus ficou bem fora de mão. Sim, é um prejuízo prá minha formação mas graças a Deus, tenho professoras maravilhosas e amigos que passaram a ser como anjos de tão bem que cuidam de mim. Pensa numa pessoa de sorte! Eu!

As atividades estão cada vez mais difíceis e os prazos de entrega cada vez mais apertados. Uma professora nos pediu um projeto de um abajur ecologicamente correto, (aliás, tenho que fazer um post sobre isso) Pois é, entregamos o ante projeto e a professora mudou tudo. Agora podemos usar outros materiais para a produção e para o acabamento. É até melhor sabe? Assim poderemos usar nossa criatividade, só que algumas pessoas não gostaram muito da ideia. A professora disse que temos que nos acostumar com esse tipo de coisa porque os clientes mudam de ideia o tempo todo e quando estivermos atuando na área, passaremos por situações assim constantemente. É melhor ir pegando o ritmo desde agora né?

E por falar nisso, os materiais estão cada vez mais caros. Essa semana comprei um par de esquadros por R$29,90. (Não são como os esquadros usados no ensino médio, eles não possuem graduação e são maiores). E olha que peguei uma promoção, o preço deles, na verdade é de mais ou menos R$22,00 cada um. E o que dizer do gabarito de banheiro? No site do fabricante custa R$51,00. Nas promoções da vida, pode-se achar até por R$42,00. Há lojas que vendem por R$35,00 desde que se compre pelo menos uma dúzia. Como só preciso de um, bati perna prá caramba e achei por R$36,60 numa lojinha bem simples aqui do centro. O “bacana” de tudo isso é que esses instrumentos não são tão fáceis de se achar nem em lojas grandes como a Kalunga, por exemplo. Há lojas especializadas em material de Arquitetura, Design e Desenho Técnico, 3 cidades após a minha, mas o gasto com o transporte prá se chegar até lá pesa no orçamento; logo, bater perna por aí vale cada centavinho de real.

E tem os trabalhos. Nossa, gente, vocês não tem noção de como os trabalhos exigem tempo, criatividade, capricho, empolgação, calma e talento. Ás vezes é desgastante, temos que pensar em cada detalhe por menor que seja. O engraçado é que quanto mais me aprofundo nesse caos, mais eu gosto, mais eu vejo que estou no rumo certo. Apaixonada!…

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Imagem autoral

Tenho que pesquisar muuuuuito sobre os Luíses (reis da França). Logo eu que não gosto nem um pouquinho de história né? kkkk Resultado: o povo do meu grupo decidiu deixar essa parte da na minha mão, mas calma, eles vão pesquisar sobre outros temas prá gente montar a ATPS que nada mais é do que pesquisar estilos e organizar um concept board. Aos poucos vou dando detalhes, por enquanto não posso estender o assunto (ou postar fotos), porque ainda está tudo meio “cru” e a faculdade proíbe qualquer tipo de divulgação. Torçam por mim.

Bem, como eu disse anteriormente, estou trabalhando muito e o tempo está bem escasso. Hoje não fui trabalhar por causa da pesquisa que falei e tal… Sem falar nos livros que tenho que ler mas como diz aquele provérbio inglês: Não há gosto sem desgosto. Eu tenho um objetivo e prá alcançá-lo preciso manter o foco. E esse é mais um conselho que dou para quem estiver lendo essa postagem seja você quem for: mantenha o foco e não se importe com a opinião dos outros. Siga em frente tendo em mente que quando você atingir seu objetivo a alegria e a satisfação serão tão grandes, que você nem vaí se lembrar das dificuldades que passou para alcançar. Não estou dizendo que você vai ter amnésia, estou dizendo que os perrengues perdem toda a importância quando você chega no alvo almejado. Portanto fique firme.  Deixe nos comentários como foi ou como está sendo sua luta por um lugar ao sol. Sua história pode dar força para mim e para outras pessoas, olha que bacana!

E por enquanto é só!

Bjs açucarados ; )